terça-feira, 16 de junho de 2015

Compre agora sua Licença para o Cpanel!

CTMD TI começa a comercializar licenças do Cpanel.

Um novo produto estará disponível para clientes. A partir de 16/06/2015 será possível comprar Licenças Cpanel para servidores VPS e Dedicados diretamente do Brasil.



O cPanel é um completo painel de controle para gerenciamento de domínios e contas de hospedagem de sites, que possibilita que você tenha total autonomia de configuração e utilização do seu servidor. Com ele, é possível executar tarefas complexas de forma facilitada, sem que seja necessário conhecimento técnico aprofundado. Com o cPanel você terá a oportunidade de fornecer aos seus clientes uma interface profissional para o gerenciamento dos seus próprios servidores e/ou contas de hospedagem/revenda dos seus consumidores finais. Crie e administre contas, senhas, caixas de e-mails, domínios, subdomínios, contas de FTP, páginas de erro, bancos de dados MySQL (e outros), redirecionamentos de domínios, encaminhamentos de domínios e muito, muito mais! O WHM é uma interface de fácil utilização que faz parte da família cPanel e permite que você tenha total controle sobre um número de contas e domínios que você desejar criar para você mesmo ou seus clientes. Você conseguirá, facilmente, definir os limites de configuração, como: espaço em disco das contas, tráfego mensal, quantidade de subdomínios, domínios adicionais, domínios de direcionamento e outros limites relacionados às contas de hospedagem. Além disto, é possível criar, suspender ou eliminar contas do servidor. Uma ferramenta fantástica para revendedores de todos os tipos!
Confira alguns benefícios:


  • Totalmente personalizável com sua Marca
  • Interface completa para administração do seu servidor
  • Painel completo para utilização dos clientes finais
  • Diferentes interfaces para públicos distintos
  • Processo de migração facilitado para a maioria dos hosts
  • Scripts pré-instalados & instalador Fantastico!
  • Gerenciamento fácil de backups
  • Integração multiplataforma E muito, muito mais!


  •  Cpanel

    quarta-feira, 13 de maio de 2015

    HIPER MAIS BARATO - CONSUMIDORES ACUSAM LOJA VIRTUAL DE GOLPE E FRAUDE




    NOVA LOJA VIRTUAL HIPER MAIS BARATO PREOCUPA ESPECIALISTAS E CONSUMIDORES

    Uma nova loja virtual no e-commerce nacional vem preocupando especialistas de Segurança da Informação e começa a despertar a atenção das autoridades. 
    Lançada há pouco mais de 1 mês, a Loja Virtual Hiper Mais Barato bateu o impressionante recorde de 1.700 reclamações em pouco tempo de atividade. Os dados são do site Reclame Aqui, especializado em Defesa do Consumidor Online. 
    As atividades da "suposta empresa" chamam a atenção pela agressividade de marketing que inclui o primeiro lugar no top do buscador Google e nas campanhas de mídia em redes sociais, como o Facebook. Os produtos baratos são a maior atrativo que levam centenas de consumidores a reportar serem vítimas da loja virtual.
    O caso lembra muito o ocorrido com o Dia Magazine que há alguns anos lesou milhares de consumidores, espalhando-se pela rede de forma viral e replicando em diversas outras marcas. A batalha eletrônica só terminou com a intervenção do PROCON e da Fundação Proteste, até que o Ministério da Justiça retirou os sites do ar, mas até hoje milhares de consumidores contam os prejuízos.
    De acordo com o especialista em Direito Digital do CTMD TI, Orlando Almeida, os consumidores devem ficar atentos à reputação das lojas virtuais na internet, e desconfiar de promoções muito vantajosas ou duvidosas. 
    Recentemente até uma webpage foi criada no Facebook para reunir consumidores lesados pela Hiper Mais Barato. Na página, é possível ler vários relatos de consumidores que afirmam serem lesados.

    Os relatos dos consumidores mostram que o site aparenta ser atividade fraudulenta, uma vez que esta a vender produtos mas não entrega as encomendas, caracterizando crime contra a economia popular e lesão à coletividade. O site também não presta o atendimento aos consumidores que reportam, lesados.

    Foi uma consumidora de Bauru - SP quem descobriu o CNPJ da Hiper Mais Barato. Quem esta por trás da marca é EVEREST LOJA DE DEPARTAMENTOS - EIRELI, CNPJ: 19.972.673/0001-31. A empresa declara estar localizada na Av. Nazaré, nº 685, bairro do Ipiranga  - Conjunto 07 - São Paulo - CEP 04263-000. A empresa declarou ainda ter um Capital Social de R$150.000. Foi fundada em 2013 e a proprietária é LUZIA F. FERNANDES. Os dados estão disponíveis no site da Jucesp. Também é possível acessar dados da empresa por meio do site da Receita Federal digitando o CNPJ.

    Muitos consumidores não poupam esforços para recuperar o valor perdido. Uma consumidora de Bauru entrou com ação contra a Hiper Mais Barato por apenas R$89,00. O processo ainda esta em andamento e pode ser visto aqui.

    Outra informação que vale a pena ser destacada é o fato da empresa ser uma EIRELI. No Brasil existem várias modalidades de constituição empresarial, sendo as principais a LTDA, ME, MEI, S.A, EPP e a EIRELI, esta última, tem como caraterística o fato de que o sócio/proprietário não responde com seus bens por qualquer prejuízo causado pela empresa, ou seja, na constituição empresarial EIRELI a pessoa jurídica e a pessoa física não se confundem, o que não acontece com os demais tipos de empresa. Esse tipo de empresa tem sido muito criticada, exatamente porque a maioria dos crimes contra a economia popular estão partindo desse tipo de constituição empresarial. Vide mais informações aqui.

    Como o domínio http://www.hipermaisbarato.com.br esta em posse do Registro.BR, é necessário cautela para utilizar o site de compras eletrônicas, tendo em vista o aumento da demanda de reclamações. Os consumidor também podem entrar em contato com o Registro.BR para registrar uma reclamação. Quando mais reclamações, maior a probabilidade do site ser retirado do ar.

    As reclamações digitais levam a crer tratar-se de mais uma loja virtual no mundo do cybercrime, que existe unicamente com o propósito de lesar consumidores, podendo neste caso contribuir para a criminalidade, e a prejudicar a concorrência nacional. No entanto, somente as autoridades competentes terão poder de com o tempo, atestar se as reclamações dos consumidores e o alerta dos especialistas em segurança digital realmente procedem.


    O especialista em Direito Digital do CTMD TI lembra que os riscos de problemas com as compras ocorrem tanto em lojas físicas, quanto em lojas virtuais, mas no caso das compras eletrônicas, os consumidores tem instrumentos para pesquisar a reputação e idoneidade da empresa antes de efetuar o pagamento. Segundo Orlando, em Lojas novas ou naquelas que o consumidor não tem relacionamento ou experiência de compra, a melhor defesa é comprar com cartão de crédito, pois é possível abrir disputas com as operadoras em caso de não recebimento do produto. "Em situações como essa onde não se pode identificar a pessoa jurídica, o consumidor pode ingressar contra a operadora do cartão se esta se recusar a cancelar a cobrança", afirma o especialista.

    A melhor maneira de se defender contra o não recebimento do produto é solicitar o cancelamento junto à operadora de cartão de crédito. Há casos em que a operado do cartão ou banco se recusa a efetuar o cancelamento. Nesse caso recorrer a PROCON ou ao Pequenas Causas contra o banco/operadora é o melhor caminho. Em caso de pagamento por boleto bancário, o consumidor deve identificar no boleto o nome do banco, e o código do cedente. De posse do código do cedente (que identifica o número do estabelecimento emissor), basta pesquisar nos sites dos bancos para identificar qual agência bancária controla a conta jurídica da empresa emissora. De posse do boleto, o consumidor deve dirigir-se à agência do banco emissor e registar uma reclamação. Também deve comunicar à gerência da agência as fraudes. Em geral, os bancos tem interesse em banir esses tipos de clientes. É importante registrar um boletim de ocorrência também contra a loja.


    O banco e agência emissora do boleto é co-responsável pelos danos, uma vez que os bancos são obrigados a fazer a análise cadastral e auferir todos os dados do lojista antes de permitir que aquela empresa emita boletos bancários. A emissão de boletos bancários pelo lojista não é um processo simples. Quase sempre, o banco também foi lesado com dados falsos para abertura da conta. 

    Outro problema esta no uso de intermediadores de pagamento. Deve-se evitar ao máximo efetuar compras com Mercado Pago, PagSeguro, Bcash e similares. Essas empresas foram criadas com o propósito de intermediar a relação lojista-cliente, mas na prática, a segurança delas não funciona. Quase sempre o consumidor tem que envolver uma 3ª pessoa na negociação. Além disso, por serem aplicadas comissões, as compras quase sempre saem mais caras. O PagSeguro, por exemplo, cobra 3% de juros por parcela do consumidor, quando o padrão do mercado esta entre 0,99% a 2% a.m. Só o Mercado Pago, que opera pelo site Mercado Livre tem mais de 15.000 reclamações não atendidas e sua nota no site Reclame Aqui é menor que 2 (algo como muito ruim). Essas empresas aproveitam da morosidade judicial e são recordistas de processos na justiça que levam anos para serem solucionados.

    No entanto, antes de sair por aí reclamando da loja, registrando B.O ou comunicando à agência, deve-se certificar que a loja realmente descumpriu os termos da venda. Se os prazos estiverem excedidos, houver dificuldade de comunicação ou não entrega do produto, são bons motivos para registro da queixa. Caso contrário, tente chegar a um acordo com o lojista, pois dependendo da queixa feita, poderá ser entendido como falsa comunicação de crime. 

    No caso da Hiper Mais Barato, as evidências demonstram se tratar de golpe virtual. Os certificados de segurança do rodapé do site, por exemplo, não funcionam. São apenas images para falsear a segurança, mas não levam a nenhuma organização de validação de segurança. A aparência gráfica do site esta muito bem organizada, mas é possível notar uma desconformidade na coloração do site. O consumidor também deve ficar atento a recursos gráficos exagerados. Por exemplo, o botão comprar da loja Hiper Mais Barato é um ícone animado que induz o consumidor a compra "imediatista". É como se a loja quisesse levar o consumidor a comprar logo quando ele entra, sem se importar com as especificações do produto, explica o Especialista Orlando Almeida.

    As evidências contra a Hiper Mais Barato são tão fortes, que até vídeos a "empresa" confeccionou para o YouTube. Se confirmado, trata-se de uma quadrilha que construiu um tipo de fraude altamente sofisticado.



    A maioria dos consumidores quase sempre sabe do risco de golpe quando efetua a compra. "É como se aquela pulga estivesse atrás da orelha, mas a vontade de comprar é tanta e o preço tão atrativo que deixam a desconfiança de lado", comenta Orlando. O vídeo abaixo demonstra bem-isso. Notem que a consumidora tinha ciência do risco quando efetuou a compra:


    Confira algumas dicas para evitar cair em golpes de lojas virtuais: 

    1. Antes de comprar, teste o atendimento da loja. Ligue nos telefones da empresa, chats, skype, etc. Verifique se o atendimento é profissional ou amador. Antes de comprar, ligue ao menos 2 ou 3x, nem que seja a nível de pesquisa ou curiosidade. 
    2. Verifique a URL da loja, se contem o ".BR". Evite comprar em sites somente com domínio ".com". Geralmente são lojas hospedadas no exterior.
    3. Observe atentamente o design do site. Verifique a qualidade das imagens, coloração e erros de português. Quase sempre os criminosos não são cuidadosos. 
    4. Compare os preços. Preços muito vantajosos é certeza de golpe!
    5. Envie alguns e-mails, teste o tempo de resposta, verifique como as mensagens são respondidas e organizadas.
    6. Localize certificados de segurança (geralmente no rodapé do site) e clique sobre eles para verificar se realmente conduzem a uma entidade certificadora
    7. Pesquise a empresa nas redes sociais
    8. Verifique a reputação da empresa em sites de Reclamações
    9. Evite lojas que exijam uma única forma de pagamento, ex: só boleto, pedidos de depósito bancário, etc.
    10. Leia o contrato e a política de privacidade do site.
    11. Imprima tela à tela o pedido. 
    12. Se a loja disponibilizar o endereço físico e CNPJ, use o site da Receita Federal e Correios para analisar esses dados. Observe que essas informações não são mais informações públicas. A loja só fornece o CNPJ se ela quiser. Uma portaria da Receita Federal retirou a obrigatoriedade de fornecimento desses dados, ficando a critério do lojista disponibilizá-los ou não na rede mundial de informações. 
    13. Não compre por impulso. Substitua o "olhou, comprou, pagou, chorou" por "olhou, pensou, analisou, testou, checou, conversou, negociou, pagou, comemorou. 

    Abaixo você pode conferir a lista das 10 varejistas mais confiáveis para se comprar online:

    1. Americanas
    2. Extra
    3. Magazine Luiza
    4. CTMD ESHOP 
    5. Wallmart
    6. Ponto Frio
    7. Submarino 
    8. ShopTime
    9. Kabum
    10. Ricardo Eletro


    Foi lesado em alguma loja virtual? Conte sua história no post abaixo e compartilhe com a comunidade

    quinta-feira, 9 de abril de 2015

    PROCON processa Extra, Casas Bahia, Ponto Frio, Ricardo Eletro e Elextrolux

    Procon vai à Justiça contra Casas Bahia, Extra, Ponto Frio, Ricardo Eletro e Electrolux após defeitos em geladeira

    Empresas colecionam milhares de reclamações tanto em Lojas Virtuais quanto em Lojas Físicas; e se recusam a fazer troca como manda o CDC.


    O Procon do Rio de Janeiro entrou com uma ação civil pública contra a Electrolux e as redes Via Varejo (Casas Bahia, Ponto Frio e Nova Pontocom) e Ricardo Eletro para garantir ao consumidor o direito à substituição de refrigeradores que apresentam defeitos, à devolução do dinheiro ou ao abatimento do valor pago na compra de outro produto, conforme é determinado pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) pela legislação em vigor em situações envolvendo produtos essenciais, como geladeiras. 
    A Via Varejo informou que não foi notificada e nem teve acesso à íntegra da ação proposta pelo Procon-RJ. "A empresa reforça ainda que pauta suas ações no respeito e na transparência com seus clientes, atendendo todas as normas e regulamentos de proteção ao consumidor.” Procurada, a Ricardo Eletro ainda não se pronunciou. 
    A Cnova, empresa dona dos sites Extra.com.br, Pontofrio.com e Casasbahia.com.br informa que até o momento não recebeu nenhuma notificação a respeito da referida ação. A empresa reafirma que o respeito ao consumidor está no centro de seu negócio e, portanto, segue rigorosamente a legislação vigente e mantém relação de diálogo com diversos órgãos de defesa do consumidor, com o intuito de aprimorar constantemente seus processos internos.
    Caso o pedido de liminar seja acatado, as empresas terão que cumprir essa determinação antes mesmo do julgamento da ação pela na 1ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça ou pagar uma multa diária de R$ 50 mil.
    O Procon-RJ verificou que as geladeiras fabricadas pela Electrolux vêm apresentando problemas constantes, como refrigeradores que não gelam ou que gelam demais – a ponto de congelar os alimentos –, e defeitos elétricos. O órgão afirma que foram constatadas dificuldades na assistência técnica, como falta de peças de reposição. Muitos consumidores também reclamam da má qualidade do serviço prestado pelas oficinas indicadas pela Electrolux.
    As redes Ricardo Eletro e Via Varejo foram citadas na ação por estarem se recusando a trocar o produto, mesmo se tratando de um bem essencial, o que, de acordo com o parágrafo 1° do art.18 do Código de Defesa do Consumidor, deveria eliminar o prazo de 30 dias para conserto, recebendo seu dinheiro de volta ou uma nova geladeira de qualidade igual ou superior.   
    A ação (0114991-59.2015.8.19.0001) também pede para que a Justiça obrigue a Elecrolux a melhorar a qualidade das geladeiras, comprovando as mudanças por meio de relatórios semestrais. Em caso de descumprimento, o Procon Estadual pede a aplicação de uma multa diária de R$ 50 mil para a Electrolux, a Via Varejo e a Ricardo Eletro.
    As três empresas também deverão indenizar, da maneira mais ampla e completa possível, os danos morais e materiais causados aos consumidores.

    Fonte:
    http://economia.ig.com.br/empresas/2015-04-09/procon-vai-a-justica-contra-casas-bahia-e-electrolux-apos-defeitos-em-geladeira.html

    sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

    VENDER E ANUNCIAR GRÁTIS NO CTMD ESHOP MARKETPLACE


    Lojista, agora você também pode vender seus Produto no CTMD ESHOP! Saiba como:

    Quer ter todos os seus produtos expostos na vitrine da maior loja online do Vale?
    O CTMD ESHOP permite que vendedores e lojistas ofereçam seus produtos através da plataforma de vendas que mais cresce no Brasil. 

    Com CTMD ESHOP Marketplace você cadastra seus produtos, e toda venda é feita através do Portal CTMD ESHOP. Você só precisa enviar o produto ao consumidor, e num prazo de 5 a 10 dias úteis recebe o valor diretamente em sua conta bancária, mesmo que o consumidor tenha parcelado a compra. 

    É isso mesmo! Você recebe o valor da sua venda em uma única vez, descontado apenas as taxas da operadora e uma pesquena comissão sobre suas vendas.

    Não perca tempo! Solicite hoje mesmo a adesão do seu negócio e comerce a vender para todo Brasil. 

    Critérios para vender no CTMD ESHOP

    • Cadastro de empresa como pessoa jurídica, 
    • CNPJ e Inscrição Estadual com no mínimo 06 meses de atividade;
    • Disponibilizar número de telefone fixo para contato;
    • Os produtos devem atender a demanda de interesse do CTMD ESHOP,  e devem ser compatíveis para inclusão em uma das categorias da loja (vide MENU suspenso na Home Page da Loja);
    • Produto deve ser tangível e voltado para comercialização de varejo, não realizamos venda de serviços 
    • Emitir Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)
    • Ter boa conduta e boa reputação nas redes sociais
    • Não possuir mais do que 2 registros no SCPC/Serasa, ou dívida liquida de alto valor agregado. Os cadastros da empresa e dos sócios serão consultados junto ao banco do SCPC/Serasa
    • Possuir conta bancária corrente ou poupança preferencialmente no banco Caixa Econômica Federal
    • Ter no mínimo 3 peças em estoque e à pronta entrega do produto que deseja vender
    • Obedecer ao prazo de postagem do produto em até 3 dias úteis. 
    • Assinar o Contrato de Filiação do Lojista
    • Ler e implementar o Manual do Lojista MarketPlace

    Como Funciona o Marketplace? 

    Marketplace é uma espécie de Shopping Online com várias lojas oferecendo diferentes produtos.
    Após ter o seu cadastro aprovado, você receberá um login e senha para acesso à área de vendedor do CTMD ESHOP, onde poderá publicar os seus produtos. As ofertas entram no ar imediatamente após a publicação. 
    O Consumidor visualiza a sua oferta e realiza a compra por meio do Portal CTMD ESHOP, Chat ou Televendas, tão logo você recebe um e-mail contendo os dados do pedido e o endereço de envio do produto. Assim que comprovarmos a entrega do seu produto, imediatamente você terá liberado o valor da sua venda diretamente em sua conta bancária conforme os prazos estipulados que variam de acordo com a forma de pagamento escolhida pelo Consumidor. 

    Tenho que pagar alguma mensalidade para usar o CTMD ESHOP Marketplace?

    Não, a filiação ao CTMD ESHOP é grátis!
    Cobramos apenas uma pequena comissão de 10% sobre suas vendas. Se não vender, não paga nada.

    Quais são os prazos para resgatar os Recebíveis.

    Boleto Bancário: 3 a 5 dias úteis após comprovação da entrega;
    Cartão de Crédito: 10 a 15 dias úteis após comprovação da entrega;
    Cartão de Débito: 3 a 5 dias úteis após comprovação da entrega;
    Depósito Bancário: 3 dias úteis após comprovação da entrega; 
     
    Como comprovo a entrega do meu produto? 

    A comprovação da entrega dá-se mediante envio pelos Correios com código de acompanhamento ou checklist da transportadora com a Nota Fiscal assinada pelo consumidor atestando o recebimento. Esses documentos deverão ser inseridos e anexados em seu painel de vendedor dentro do site. 

    Quem envia o produto vendido?

    Os produtos vendidos serão sempre despachados pelo lojista de acordo com as normas de etiquetas do CTMD ESHOP

    Como calculo as comissões e taxas bancárias?

    O CTMD ESHOP disponibiliza uma calculadora automática em Excel que é parte integrante do material fornecido na etapa de filiação. Com ela você poderá realizar simulações de vendas.

    Posso vender produtos sem estoque ou produtos usados?

    Não! É terminantemente proibido ofertar produtos que não haja estoque no lojista, produtos usados, avariados ou em desformidade com os padrões de qualidade.

    Como solicitar o Credenciamento?

    A solicitação de credenciamento do lojistas deverá ser enviado diretamente ao Gerente de Empresas e Governos para análise no e-mail: empresas@ctmd.eng.br com o título "Filiação MarketPlace"
    Após análise, o gerente enviará resposta positiva ou negativa. Você deve enviar também os seguintes documentos:

    • Cópia do Cartão CNPJ de sua empresa; 
    • Cópia da Inscrição Estadual;
    • Contrato Social ou CMEI;
    • Lista com os principais produtos que deseja vender;
    • Cópia do RG e CPF do Responsável pelo cadastro do MarketPlace;
    • Comprovante de Endereço de um dos sócios e da empresa;
    • Cópia de estrato bancário referente aos últimos 90 dias.
     
    Quais as Vantagens para vender no CTMD ESHOP?

    • Produtos disponíveis em uma das plataformas líderes de vendas no Brasil;
    • Ampliação do alcance das suas ofertas para todo Brasil;
    • Plataforma simples, intuitiva e fácil de usar;
    • Diferentes formas de pagamentos para seus consumidores;
    • Anúncios exportados para OLX, Bom Negócio, QueBarato, Toda Oferta e Mercado Livre;
    • Busca de anúncios em integradores XML, pesquisas do Google, ShopMania e Buscapé; 
    • Propagandas em redes sociais, Facebook, Twitter e Linkdin;
    • Campanhas de e-mail marketing diárias.

    Visite o site para mais informações: http://loja.ctmd.eng.br/content/20-marketplace

    sábado, 6 de setembro de 2014

    INTEGRAÇÃO OLX, API, FEED E XML - Saiba como Integrar seu site ao OLX com o ADBot do CTMD ESHOP

    CTMD TI DESENVOLVE APLICATIVO PARA AUTOMATIZAR ANÚNCIOS NA OLX 
    O site OLX é o 2º colocado no ranking da audiência mensal de classificados (atras apenas do Mercado Livre).
    Diferente do Mercado Livre que oferece diversas opções e APIs para lojas de e-commerce, OLX não tem nenhuma solução pronta que ajude o comerciante a automatizar o envio de vários anúncios em lote. Sem dispor de infraestrutura para aceitar XML, esse site de classificados oferece apenas a possibilidade de anunciar manualmente, o que pode se tornar uma tarefa monótona e cansativa para lojistas que possuem uma grande quantidade de anúncios.

    Foi pensando nesse nicho de mercado que a Equipe de Programadores do CTMD TI desenvolveu um aplicativo específico que permite integrar uma loja virtual ao site OLX.
    O projeto desenvolvido sob medida para o CTMD ESHOP durou 45 dias, e a empresa investiu cerca de R$15.000 na construção do código fonte. 

    O ADBot 1.0 foi lançado oficialmente em 28/08/2014 é é um poderoso aplicativo que funciona online em um servidor VPS. O aplicativo publica automaticamente todos os anúncios de uma loja virtual diretamente no site OLX com apenas 1 clique.

    Originalmente, o aplicativo foi desenvolvido para ser usado em PrestaShop, mas é possível adaptar para outras plataformas, como OpenCart, Magento e OSCommerce. O aplicativo faz uma cópia do código HTML na página da Loja Virtual e processa por meio da porta 80 FTP, enviando esses dados e fotos automaticamente para o site OLX. O aplicativo é capaz inclusive, de logar na conta do lojista, um procedimento conhecido pelos programadores como "robots". A cota é de 1 anúncio a cada 20s; e o lojista pode ter um número ilimitado de ofertas nesse site de classificados.

    O aplicativo esta disponível para encomenda e desenvolvimento pelo preço de licença única permanente de R$3.500,00 e só pode ser instalado em servidores dedicados ou VPS em que seja concedido acesso total às configurações do shell. Também é necessário que o banco de dados rode em MySQL.

    Além do ADBot 1.0, a equipe de programadores do CTMD TI esta preparando também uma nova versão para automatizar anúncios no Mercado Livre e QueBarato. O produto instalado online tem garantia e suporte gratuito de 12 meses.

    Confira abaixo os requisitos para usar o ADBot 1.0

    » Conexão com a internet;
    » Loja online funcional com tecnologia PrestaShop, OpenCart, Magento ou similar
    » Acesso full ao servidor root da loja virtual 
    » Banco de Dados em MySQL
    » Loja hospedada em servidor vps, cloud, semidedicado ou dedicado.
    » Conta de lojista no site OLX.
    » Caso o servidor da empresa não seja nacional (IP brasileiro) será necessário a contratação de um VPS Nacional apenas para hospedar o ADBot pois o site OLX não aceita anúncios de IPs estrangeiros. Custo mensal do VPS: R$79,90 

    OBS: A disponibilidade do ADBot para loja virtual dependerá de análise da infraestrutura pelos nossos programadores. 

    Veja abaixo algumas telas do ADBot 1.0










    segunda-feira, 4 de agosto de 2014


    Com mais agilidade dos Correios BR e do Royal Mail, consumidores do Reino Unido recebem produtos em 6 dias; país assume liderança no Ranking internacional do CTMD TI.




    Do Blog
    04/08/2014 11:56:12


    Em funcionamento há menos de 1 mês, o novo contrato entre os Correios brasileiro e o Royal Mail, serviço de Correios do Reino Unido já rende frutos para o comércio brasileiro.
    Pela segunda vez consecutiva, o Reino Unido assumiu o ranking de maior comprador internacional do CTMD TI. O país Europeu já havia ocupado essa posição em 2012, quando perdeu a posição para Estados Unidos e Canadá.
    Os ingleses gastam em média U$900,00 por compra, e usam principalmente o Banco do Brasil para pagar as compras no exterior. As cidades que mais compram são Londres e Liverpol. O produto mais vendido são notebooks e celulares. 

    Segundo o Gerente de Suplier do CTMD TI, Felipe Monteiro, os clientes Europeus se destacam pela agilidade na compra. "A maioria deles quando entra em contato já tem certeza da compra, e não gostam de preencher formulários, são menos burocráticos. Para nós é sempre um desafio, porque as transações para o Reino Unido geralmente são simples e ágeis, e isso nos pareceu um pouco inseguro, mas agora estamos nos habituando a lidar com diferentes tipos de público, além do brasileiro", comenta Felipe. 

    Com o novo contrato entre a ECT e o Royal Mail, o preço médio do frete para aquele país caiu para £80,00. O novo acordo entre os correios dos dois países torna os produtos brasileiros mais competitivos do mercado europeu. Confira abaixo o raking de exportações do CTMD TI no último trimestre:

    1º Reino Unido 
    2º Estados Unidos 
    3º Canadá
    4º Argentina 
    5º Colômbia 
    6º Portugal 
    7º Russia 
    8º Espanha 
    9º Holanda
    10º Austrália 

    terça-feira, 10 de junho de 2014

    COMO EMITIR A NOTA FISCAL PAULISTA DO MEI?

    A emissão da Nota Fiscal Paulista (NFP) é uma das maiores dúvidas do microempreendedor individual paulista. A falta de informações por parte do governo e as constantes modificações feitas nos sistemas da SEFAZ/SP e da Receita Federal (RFB) tornaram a busca por este tipo de esclarecimento um verdadeiro martírio para aqueles que não contam com ajuda de um contador. 


    Antes de falar sobre a NFP, é preciso entender de qual forma você esta emitindo Nota Fiscal para seus consumidores. Primeiro, você deve saber algumas regrinhas básicas que se aplicam ao M.E.I:


    • O M.E.I não é obrigado a emitir nota fiscal eletrônica para pessoas físicas, logo, também não esta obrigado e emitir NFP;
    • O M.E.I esta obrigado e emitir Nota Fiscal Eletrônica para todas as vendas feitas à pessoa jurídica;
    • Nota Fiscal de Prestação de Serviços NÃO PODE SER EMITIDA por meio de nenhum software online ou portal governamental. A emissão de Nota Fiscal de Serviços (NFs) deve ser feita somente junto a Prefeitura do seu município, por meio de sistema próprio que cada prefeitura possui. Porém, em alguns municípios o M.E.I também é isento de emissão de Nota Fiscal de Serviços. Deve-se verificar  legislação do seu município em relação a quem esta obrigado a emitir NF-s/ISS. Lembrando que o M.E.I assim como todos os outros tipos de empresa esta obrigado e requerer a inscrição municipal (o que pode ser um pesadelo para quem tenta se regularizar, mas esse é uma outra história...)
    • Na maioria dos municípios, o M.E.I não esta obrigado a fornecer nota Fiscal de Serviços até um certo limite especificado (em torno de R$240,00 mil) no entanto, se quiser fazê-lo, o M.E.I deve entrar com um pedido de autorização junto à Prefeitura. Após receber a autorização, o M.E.I deve mandar confeccionar um talão para emissão manual da NFs. Observe que neste caso, NÃO EXISTE SISTEMA ELETRÔNICO PARA EMITIR NFs do M.E.I
    Então agora que você aprendeu alguns conceitos básicos, deve memorizar:
    SEFAZ/RFB SOMENTE USAR PARA VENDA DE PRODUTOS/ MERCADORIAS
    NÃO USAR PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

    NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) MODELO 55
    O sistema de emissão de Nota Fiscal mais comum para o MEI é o modelo 55 que gera um DANFE. Veja um exemplo dessa nota aqui.
    Essa nota é gerada por meio da instalação e configuração de um programa de computador específico para esse fim. Os programas variam de R$400,00 a R$5.000 dependendo da necessidade da empresa. 

    Para emitir essa nota são necessários 2 requisitos básicos:

    • Aquisição de um Certificado Digital (em torno de R$180,00) modelo A1
    • Inscrição e senha no Posto Fiscal.
    Agora, de posse do CNPJ, Sintegra, Software da NF-e, Certificado Digital e Senha do Posto Fiscal, você já pode emitir suas notas. 

    Vamos então à Nota Fiscal Paulista:

    COMO EMITIR A NOTA FISCAL PAULISTA? 
    Há 2 formas de você emitir a Nota Fiscal Paulista:
    • Por meio de ECF (Emissor de Cupom Fiscal)
    • Via Software da NF-e
    Eu não irei comentar aqui sobre o emissor de cupom fiscal (ECF) pois esse é mais complexo, envolve instalação e compra de equipamentos e geralmente empresas externas que fazem essa instalação. Não é comum para o M.E.I, mas dependendo do seu tipo de empreendimento, talvez seja interessante emitir ECF para seus Consumidores. Veja aqui um exemplo de Cupom ECF
    Geralmente, a empresa que emite o ECF não emite a NF-e, pois um substitui o outro. Neste caso, o uso do ECF pode ser vantajoso em estabelecimentos com muito movimento comercial. Imagine se a cada consumidor que você atender tiver que sentar para gerar uma NF-e? Então podemos concluir que a emissão de NF-e só é vantajosa para estabelecimentos com pouco fluxo de movimento. Acima disso, você terá que automatizar com um ECF. 

    Até 2012 existia um programa que o empresário baixava no site da SEFAZ exclusivamente para gerar Nota Fiscal Paulista. Mas durou pouco, logo os sistemas foram integrados com a RFB e isso é o que gera tamanha confusão entre os empresários.

    Não existe mais a tal da NFP! 
    Calma, não existe em termos.

    Você não precisa mais de nenhum software ou envio manual para gerar as NPF. O próprio sistema que emite a NF-e já emite junto o Nota Fiscal Paulista. Neste caso, o CPF do Consumidor deve ser informado na guia de Destinatário. O problema é que isso não aparece nos sistemas de emissão nem em local algum para o M.E.I. mas você deve saber que isto esta sendo feito ocultamente pelo programa. Então, você não precisa fazer nada além de informar o CPF do consumidor no sistema da NF-e para que a NFP seja gerada.

    Qual o beneficio para o M.E.I em gerar a NFP?
    Por não gerar impostos, pode se entender a pouca preocupação do governo em tornar essas informações mais claras. Para o M.E.I a única vantagem é tornar o seu processo de venda mais confiável, pois o nome da sua empresa aparecerá no estrato de Nota Fiscal do Consumidor quando ele for resgatar créditos no site da Nota Fiscal Paulista. O problema é que os créditos serão da importância de R$0,00 já que o M.E.I não contribui com nenhum imposto, não paga IPI nem Cofins. Então a emissão de NFP pelo M.E.I não tem muito sentido, mas como é um processo de só informar o CPF na emissão da NF-e, também não custa nada!

    ATENÇÃO M.E.I. VOCÊ PODE TER UMA FORTUNA ESPERANDO POR VOCÊ NO SITE DA SEFAZ. 
    Esta pode ser uma notícia muito boa para os M.E.Is caso você ainda não tenha descoberto isso. 
    Da mesma forma que nós resgatamos os créditos de nosso CPF quando compramos no mercado, em lojas e shoppings, o M.E.I também tem direito a resgatar créditos da pessoa jurídica no Sistema da Nota Fiscal Paulista. O M.E.I é um tipo de empresa que compra muito, então o M.E.I também é um consumidor, e como tal, recebe os créditos que são lançados por seus fornecedores. 
    Cada vez que você compra de um fornecedor e informa seu CNPJ, seu fornecedor é obrigado a lançar os créditos da NFP. 

    Para acessar o site da Nota Fiscal Paulista e resgatar seus créditos do CNPJ:
    1. Vá para: https://www.nfp.fazenda.sp.gov.br/login.aspx?ReturnUrl=%2fPrincipal.aspx
    2. Selecione a opção "Contribuinte do ICMS"
    3. Em login e senha, informe os mesmos dados do seu Acesso do Posto Fiscal
    4. Após entrar no sistema, vá para a Guia Conta Corrente > Utilizar Créditos
    5. Faça o saque. Lembrando que sua empresa aparentemente precisa ter uma Conta de Pessoa Jurídica para fazer esse saque, apesar de não saber ao certo, se é possível sacar para uma conta de pessoa física. Verifique.
    CONHEÇA A NOTA FISCAL ONLINE DA SEFAZ (NFVC-Online)
    Muitos não sabem, mas a SEFAZ/SP disponibiliza um sistema online para emissão de Notas Fiscais do modelo Tipo A1 (versão online do famoso talão de notas). 
    Esse sistema que também é acessado por meio do site da Nota Fiscal Paulista, da forma como mencionada no tópico acima, é útil para empresas que ainda usam o talão de notas gráfico e desejam automatizar essa operação. 
    Outro vantagem desse sistema é que ele é via web, diferente do NF-e onde você precisa ter um software instalado localmente no computador. Com o NFVC você pode imprimir suas notas de qualquer lugar do mundo.
    Também pode ser usada pelo M.E.I, o único problema é que o NFVC-Online só pode ser usado por empresas que realizam vendas de produtos exclusivamente no Estado de São Paulo e não gera arquivo XML. Se sua empresa faz venda para outros Estados (CFOP 6102) o correto é usar o emissor NF-e 55.
    Lembrando que deve ser usado apenas 1 desses dois softwares, não se deve misturar os dois para não invalidar o número de séries das suas Notas Fiscais. Se você começou com o NFVC-Online até pode mudar para o NF-e, mas terá que mudar o número de série. Abaixo podemos ver um modelo de NFVC Eletrônica e NFVC Manual (talão)

    NFVC Manual: Feita pela Gráfica, como a Exemplo da NF-s


    NFVC Eletrônica (emitida no site www.nfp.fazenda.sp.gov.br, válida somente para vendas de produtos aos consumidores residentes no Estado de SP)


    ATENÇÃO M.E.I: Cuidado com o DANFE!
    Quase 99% dos empresários individuais cometem esse erro. Todos nós acreditamos que a Nota Fiscal gerada pelo sistema é aquela que imprimimos no Software da NF-e quando digitamos uma venda de produtos. No entanto, esse documento impresso não é a nota fiscal. A Nota Fiscal (acredite) é um arquivo Digital que esse software gera chamado XML. Segundo a SEFAZ/SP todos os emitentes devem enviar aos seus consumidores esse arquivo xml. É por isso que você já deve ter recebido em seu e-mail aquele raio de arquivo xml e nunca entendeu para quê aquilo prestava ou por quê estavam enviando isso a você. 
    Pois saiba que você deve armazenar esse arquivo Digital por 5 anos em seu computador mídia ou PenDrive. Quando gerar a Nota no sistema da NF-e, você deve fazer também o download desse arquivo, enviar ao seu Consumidor, e armazenar a cópia em seu computador.

    Agora, entender aquele arquivo, como usar e para que serve, é outra história! Basicamente, entenda que a sua Nota Fiscal na verdade é um monte de código em XML que você deve guardar. 
    Lamento muito se seu consumidor receber esse arquivo e pensar que é vírus. Só essa RFB do Brasil mesmo pra ter essa ideia genial! 

    Mas e o tal do DANFE tão bonitinho que eu Imprimi?
    Esse elegante arquivo, segundo a SEFAZ, serve apenas para conhecimento de Transporte. Ou seja, é uma espécie de Carta que autoriza você a enviar seus produtos para qualquer lugar do Brasil. Por isso mesmo é que ele se chama: Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica.

    Mas pela minha experiência, no Brasil o DANFE anda passando como Nota Fiscal, e como a própria RFB parece fazer vista grossa a isso, SEJAMOS TODOS FELIZES! 
    Informação adicionada em 07/05/2015

    Temos recebido um grande número de consultas e pedidos de ajuda para o M.E.I.
    A partir de hoje estaremos disponibilizando os seguintes serviços, INFELIZMENTE não temos como atender a todas as consultas gratuitamente, por isso estamos cobrando em pequeno valor simbólico que é 60% menor que o gasto com contador.

    - Consultoria para Abertura de Firma (R$199,99)
    Atendimento especializado via Skype ou Telefone para tirar dúvidas técnicas, financeiras e do processo de abertura de firmas.

    - Abertura de Firmas (M.E.I) - R$399,99
    Fazemos todo processo de abertura de sua firma, entregamos o CNPJ e Inscrição Estadual em até 72h, incluindo o Livro Caixa do M.E.I

    - Instalação de Aplicativo da Nota Fiscal - R$399,99
    Instalações, orientações de uso e preenchimento da Nota

    -  Loja Virtual para E-commerce - A partir de R$1.599

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    obs: Dúvidas sobre este post por favor perguntar pelos comentários.
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    Boa Sorte! 
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    Autor: Radassi, Sandra
    Gerente de Contas Empresas e Governos do CTMD TI. 
    Formada em Administração de Empresas pela 
    Fundação Getulio Vargas (FGV), MBA em 
    Controladoria e Finanças pela UNASP e 
    mestrando em Ciências da Computação 
    pela UNIFESP SJC. Trabalhou por 5 anos 
    no setor de atendimento a empresas do SEBRAE/SP
    Contatos com a autora: adm@ctmd.eng.br



    sábado, 26 de abril de 2014

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